A Prefeitura de Rio do Sul, por meio da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) proporciona qualidade de vida e espaço para socialização de idosos. Esta é uma das funções do programa Centro Dia do Idoso, no Asilo São Vicente de Paulo. O programa contempla atendimento diversificado de fisioterapia, assistência social, nutrição, academia ao ar livre e equipe técnica de enfermagem para integrantes do Centro Dia e residentes.
O atendimento fisioterápico é direcionado para cerca de 25 idosos e ocorre às terças e quintas-feiras de manhã. São três horas de duração por dia. Esta é uma forma de promover redução de dores, melhoria na mobilidade do caminhar, além de bem estar físico e emocional. “Proporcionamos uma melhora da qualidade de vida de forma geral para um público formado por idosos de 60 a 95 anos”, explica o fisioterapeuta Giovane Bellozutko.
As atividades deste atendimento terapêutico inclui recursos como: bicicleta ergométrica, alteres, caneleiras, bolas, bastão, aparelhos infravermelhos, laser e eletroterapia. Os quais trazem efeito analgésico, anti-inflamatório, cicatrizante e regenerativo. Cacilda Zimmermann, 84, frequenta há um mês o Centro Dia. “Aqui eu faço fisioterapia e jogo canastra. Também gosto de costurar e aproveito para fazer pequenos reparos para roupas a serem comercializadas em brechós. Inclusive já fiz serviço voluntário costurando peças para serem vendidas na Apae de Rio do Sul, Trombudo Central e instituições filantrópicas”, conta.
A idosa se diz costureira experiente. “Já fiz muito pano de prato, bordado e cheirinho de bebê. Fiz de tudo um pouco, também trabalhei na roça; mas chega uma hora que o corpo vai enfraquecendo, passamos a ficar mais esquecida com os afazeres do nosso próprio cotidiano”, confessa a senhora que é mãe de 10 filhos, sendo oito biológicos e duas gêmeas adotivas.
Comprometimento
O prefeito, José Thomé, ressalta que “é papel da Seades propor ações e políticas públicas que incluam todos os segmentos da população. O Centro Dia tem esse propósito de trazer atendimento multidisciplinar, opções de lazer, interação social e mostrar que este público desfruta de tratamento diferenciado. Há que se evidenciar que Rio do Sul está entre as dez melhores cidades com menos de 100 mil habitantes do Brasil para a Terceira Idade, conforme estatística da Fundação Getúlio Vargas [FGV]”.
Departamento de Comunicação: Mário Dáud