Saúde de Rio do Sul realiza ação de conscientização sobre a Dengue

A atividade, que ocorre no calçadão Osny Gonçalves, ressalta a importância do combate ao mosquito

Data de Publicação: 26/11/2018 13:00:41 | Jornalista: Sindréia Nunes

A Prefeitura de Rio do Sul, por meio da Secretaria de Saúde, realizou nesta segunda-feira, ação de mobilização e combate ao mosquito aedes aegypti. A atividade ocorreu no calçadão Osny Gonçalves, integra o calendário anual de ações de conscientização da Secretaria e culmina com o tradicional “Dia D”, na sexta-feira (30). A prioridade é mostrar o trabalho realizado pelos servidores e enfatizar a importância de combater a transmissão da doença.

O trabalho dos agentes de endemias consiste, dentre outras atribuições, na elaboração de mapas e sondagem dos chamados pontos estratégicos. Para o dia 30 está agendado um trabalho nos semáforos junto aos motoristas, para reforçar a importância da prevenção e bons hábitos de higiene. “Faremos entrega de folders e iremos manter o contato direto com a população”, argumenta o coordenador da equipe de Combate a Endemias, Jaison Domingos.

O servidor enfatiza que é primordial que a população evite a formação de água parada em qualquer ambiente a céu aberto. “A atenção deve ser redobrada para que não haja acúmulo em vaso de flores. No caso dos vasos, a orientação é preencher os espaços vazios com areia. Fundamental também é não realizar o descarte descuidado de pneus, pois também acumulam água”, ressalta. As piscinas de plástico também necessitam de atenção redobrada. “É comum que famílias deixem estas piscinas cheias por mais de sete dias. Este intervalo é suficiente para proliferação das larvas. O mosquito deposita o ovo e ocorre a proliferação”.

O ciclo de desenvolvimento da larva varia de sete a 10 dias. Entretanto, há possibilidade de que esta etapa seja concluída em tempo inferior, conforme a condição climática e temperatura. O cotidiano da frente de trabalho dos agentes de combate a endemias inclui o monitoramento de 405 armadilhas que são visitadas semanalmente. Os instrumentos são instalados em cerca de 100 pontos estratégicos e vistoriados duas vezes ao mês. “Estes pontos são, principalmente, empresas de ferro velho, estabelecimentos de reciclagem e borracharias”.

O critério de instalação de armadilhas é definido com base em ambientes em que não haja excessiva exposição ao sol e chuva, justamente por ser nessas condições em que há maior chance de desenvolvimento da larva do Aedes Aegypti. “Instalamos em residência a cada 300 metros, conforme a área física de atuação de cada agente”, diz o coordenador.

Além da dengue, este mosquito pode transmitir doenças como chikungunya, zika vírus e febre amarela. Paralelamente à atividade no Calçadão, acadêmicos do curso de medicina da Unidavi prestam orientações sobre sintomas, prevenção, focos da doença, tratamento e diagnóstico. Também são disponibilizados esclarecimentos sobre doenças respiratórias, cálculo de índice de massa corporal (IMC), aferição de pressão arterial e informações preventivas contra o HIV.

Departamento de Comunicação – Prefeitura de Rio do Sul

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